no ninho dos açores

as tais palavrinhas de apreço ao sr. mike patton e cia.

Se dúvidas restassem, sim os Faith No More continuam relevantes. Talvez até agora mais do que nunca. Agora que as letras de "Midlife Crisis" ou "RV" começam a fazer real sentido para nós, os jovens e adolescentes de ontem. Os cotas desencantados de hoje. Felizmente, ainda não perdemos a capacidade de nos revoltarmos. Ou de nos rirmos disso. Nós e eles. A bandola mainstream que conseguiu fintar o 'mainstream'. Nós, que lá vamos fintando o acomodação e a apatia, uns dias mais que outros.
Talvez já não andemos nos mosh pits, já não façamos slam-dancings, stage-divings ou crowd-surfings. Mas continuamos a entoar os hinos de ontem a plenos pulmões, agora transformados em factos da vida. Não só berramos, como os sentimos como a nossa realidade. Aquilo eram profecias oferecidas de bandeja por um verdadeiro visionário. Profecias que não eram mais do que um retrato do nosso futuro como mulheres e homens adultos. Sad but true? Nem por isso. Lá está, ainda nos conseguimos rir, e vibrar com aquilo que nos toca o mais fundo do nosso ser, e cheirar a merda quando de merda se trata.
Não importa que eles lancem, ou não, um novo disco. Se for bom, é igual ao litro. Se for mau, igual ao litro é. O que verdadeiramente interessa é aquela mão cheia de álbuns. Aquela mão cheia que foi o nosso passado, é o nosso presente e será o nosso futuro. Cru e sardónico (não poderíamos desejar um melhor porta-estandarte para a nossa geração). Isso, e aquele concerto no dia 8 de Agosto, ou qualquer outro que eles tenham dado ou venham a dar. Sempre como se o tempo não passasse por eles. Nem por nós. Concertos de uma vida... Os FNM dão um espetáculo do caralho!! Perdoem-me o vernáculo.

esta vai mesmo em português

O que é bom é para se ouvir. Aqui.

para quem quiser trajar a rigor nos dias 28 e 29 de novembro...

A Blue Collar Distro apresenta uma magnífica selecção de t-shirts, integradas na colecção Outono/Inverno 2009/2010 desse designer de moda em ascensão que dá pelo nome de A. Turner, e que poderá ser visionada aqui.
Pela parte que me toca, na gala de 28 de Novembro tenciono ostentar o belo exemplar patente na foto acima (o invólucro, não a gaja, como é óbvio).

Nota: Esta posta vem a propósito desta outra. Darei largas à minha persona hipster nessa noite, portanto.

novidades primaveris

Duas delas, para ser mais precisa. Primeiros, o Primavera Sound/Club deixou de ser Estrella Damm (woo-hoo!!) e passou a San Miguel (mehhh...). Segundos, o Primavera Sound '10 teve hoje a sua primeira confirmação, na forma dos Pavement. Para os mais aventureiros, os bilhetes ainda estão à venda a preço de saldo: 95€ mais despesas de distribuição.
Quanto ao Club '09, que terá lugar entre 9 e 13 de Dezembro em Barcelona e Madrid, o cartell, que julgo já estar fechado, até está engraçadote.

e o vício continua VII


Fever Ray - "Stranger Than Kindness"

olh'ó videoclipe f'esquinho! #1

Os f'esquinhos têm vindo a marcar presença assídua aqui no nAnha, tendo por isso ganho direito a uma rubrica própria. O que, além de lhes dar algum status na hieraquiazinha das postas neste pasquim (passam a ter uma categoria própria ali nos post-its), resolve-me rapidamente o imbróglio de ter que inventar um título de cada vez que saía uma nova fornada.
Seja como for, os f'esquinhos estão de parabéns! E são tantos...


A Storm of Light - "Tempest"


Port O'Brien - "My Will Is Good"


Grizzly Bear - "While You Wait for the Others"


Imaad Wasif - "Redeemer"


Black Lips - "Let It Grow"


The Dodos - "Fables"


Cursive - "Let Me Up"


Lightning Dust - "Never Seen"


Vivian Girls - "When I'm Gone"


Throw Me the Statue - "Hi-Fi Goon"


Sunset Rubdown - "Black Swan"

no country for young (wo)men

Mika Miko

2003-2009

R.I.P.

curiosamente, a primeira deixa muito a desejar

Modest Mouse - "No One's First, and You're Next" (2009, Epic)

Eis que surge, finalmente, o resultado da compilação dos quatro singles (e respectivos lados B) que os Modest Mouse foram lançando ao longo dos últimos meses: o EP "No One's First, and You're Next".
Confesso que a primeira amostra, o single "Satellite Skin", me deixou algo apreensiva. Era banal e genérico demais para algo saído da pena dos Modest Mouse. A ser uma amostra representativa do todo, deixava muito a desejar relativamente ao que se lhe seguiria. Felizmente, julgo ter-se tratado apenas de um erro de casting, já que as restantes sete faixas que compõem este "No One's First..." são todas bastante superiores. Talvez uns furos abaixo do antecessor "We Were Dead Before the Ship Even Sank", mas ainda assim interessantes o suficiente para nos captarem a atenção.
Poderá não ser Modest Mouse no seu melhor, mas sempre se vão matando algumas saudades até ao próximo longa-duração.


"The Whale Song"

ora aqui estão uns tipos práticos e inteligentes

Coalesce - "Ox EP" (10.11.2009, Relapse)

Para quê andar sempre a inventar nomes diferentes para os discos? Os Coalesce respondem de forma rápida e eficaz à questão: não se inventa, dá-se o mesmo nome e muda-se o formato. Assim sendo, a suceder ao LP "Ox", teremos o EP "Ox" lá para Novembro. Simples, fácil, duas letrinhas apenas, o que é que se pode querer mais?
A primeira amostra, "Through Sparrows I Rest", já roda no MySpace da banda.

hoje há...

clássicos modernos #13

Windmills by the Ocean - "Windmills by the Ocean" (2003/06, Robotic Empire)

Os Windmills by the Ocean eram Mike Davis, Dave Dunbar, Brooke Gillespie, Bryant Clifford Meyer e Thos Niles. Talvez mais conhecidos pelos seus outros projectos, coisas pequeninas como Isis, Red Sparowes, 27 ou Anodyne, esta sua estreia homónima, e única gravação, permaneceu um segredo muito bem guardado durante cerca de três anos. Provavelmente, se não fosse pelos tais outros projectos, ainda assim continuaria. O que seria um autêntico desperdício, uma vez que estamos na presença de um disco seminal dentro do espectro post-metal instrumental. Mais vale tarde!

estar bem e saber estar

Vamos ao debate de ideias, amiguinhos?... Vamos a isso!

Qual é a forma correcta de se estar num concerto? Já tive esta discussão com vários amigos e conhecidos, a propósito de situações mais ou menos caricatas, e dei comigo novamente a pensar neste assunto aqui há uns dias atrás. Será que há um certo e um errado? Será que há que manter a pose e a compostura, e talvez um certo ar de enfado, demonstrando uma superioridade de melómano iluminado e pseudo-intelectualóide relativamente ao resto da populaça, que berra, esbraceja, dá saltinhos e bate palminhas como se fossem uns mentecaptos? Ou será que, por outro lado, devemos dar largas à imaginação e extravasar as pulsões mais recônditas, fazendo a figura mais triste ou ridícula que as nossas capacidades permitam, e da qual até um alcoólico crónico se envergonharia? Uma vez que já estive em ambos os lados da barricada (pseudo-intelectualóide ou maluquinha da aldeia, dependendo do dia e da disposição) e não me senti bem em nenhum dos dois, optei pelo equilíbrio do meio-termo.

Mas de facto há coisas que me continuam a irritar profundamente em concertos, em particular, as atitudes de certo tipo de indivíduos, ou indivíduos-tipo, que os frequentam.
Por um lado há os tais pseudo-intelectualóides afectadadinhos que, não sei bem porque ordem divina, se acham uma espécie de brigada de etiqueta e bons costumes sobre como saber estar num concerto. Não podes gritar, que parece mal. Não podes erguer o braço mais de 15,5 cm, que parece mal. Não podes saltar, que parece mal. Não podes abanar o corpo freneticamente da direita para a esquerda, que parece mal. Não podes fazer headbanging, que parece mal. Não podes dar um peido (mesmo que ninguém ouça), que parece mal. Não podes fazer nenhuma destas coisas, caso contrário, pareces um labrego... Tanta regrinha de caca já mete nojo, não?
Por outro lado, há os enjoadinhos dos trend-setters/hype-followers/ fashionistas/merdistas, que vão para ver e ser vistos, e estão mais preocupados se o vizinho do lado traja em consonância com os ditames da tendência para a estação, do que propriamente se as criaturas que estão no palco interpretam peças musicais em consonância com certos padrões de qualidade... Para todos vós, há um sítio chamado Lux, mais adequado a esse tipo de coisas.
Depois há ainda os que parece que caíram ali de paraquedas. De entre estes, contam-se aqueles que, quanto mim, fazem uma das coisas mais insuportáveis que se pode fazer num concerto - tudo o resto são migalhas quando comparado com a atitude vil e desprezível desta gente: os tagarelas, as gralhas, que sem qualquer respeito por quem os rodeia ou por quem está no palco, desatam numa verborreia incrível, para que toda a gente num raio de 10 km os possa ouvir. A estes gostaria apenas de dizer que têm todo um Bairro Alto à vossa espera, onde estão entre iguais, e podem palrar em alto volume e ser o centro das atenções sem incomodar os demais nem pagar mais por isso. Fantástico, não acham?
De resto, já não me incomodam particularmente os beberrões, os encontrões, as pisadelas, os saltinhos, as palminhas, as dancinhas parvecas ou os gritinhos histriónicos - às vezes dão-me para rir, outras há em que até aprecio o entusiasmo daqueles que comigo partilham a plateia. Habituei-me e, com alguma frequência, também eu dou o meu pézinho de dança parveca, o meu gritinho histriónico ou o saltinho desconjuntado. Em particular, quando assisto a concertos fora do país, onde ninguém me conhece e não corro o risco de me apontarem o dedo na rua, "olha, a imbecil que estava no concerto de tal e tal a fazer figura de palhaça" (HA!).

Cada pessoa tem a sua forma de estar num concerto. De estar bem, de se sentir bem, de apreciar o que está a ser tocado. Voltando à pergunta do início (a segunda, porque a primeira era retórica), não é uma questão de certo ou errado, mas sim de respeito pela massa humana circundante. Não só pela sua 'integridade física', mas também pela sua forma de estar, mais ou menos extrovertida e extravasante.
No fundo, é o tal velho - mas sábio - chavão: "a minha liberdade termina onde começa a liberdade do outro".

continuo a preferir esta à versão mariachi


The Bronx - "Inveigh"

une poste en français

Il bombe. Ici. Et ici.

macaquinhos de imitação!! (ou uma posta completamente estúpida)

Diz que há por aí uma crise criativa que anda a assolar o indiezinho-electro-pop-maroto-coiso. Bom, até aqui nada de novo. A novidade consiste em que essa crise, que, anteriormente, minava apenas a escrita e composição de canções, propagou-se agora à própria escolha do nome da banda.
O caso em questão: parece que existe uma determinada banda, que respondia pelo nome Starfucker, mas que, por qualquer motivo que nas cabecinhas da pandilha deve ser muito lógico, resolveu mudar. E mudaram para quê?, perguntará o leitor. Pyramid, nem mais nem menos. Pyramid? Sim, Pyramid.
Ora, o que nos faltava mesmo era mais uma banda com o nome Pyramid - e, permitam-me acrescentar, bem fraquinha! Se ainda seguissem o bom exemplo dos The Pyramids (grandes!), ou dos Pyramids (reverência!), a malta ainda os perdoava pela escolha pouco imaginativa. Agora, assim não!

No fundo, tudo se resume à velha história: os fulanos querem é ser do zévi metal (para completar o quadro, os Starfucker/Pyramid têm um EP intitulado "Jupiter" - como dizia a outra, não há coincidências...). Sucede que o zévi metal não é para meninos, como o leitor bem saberá.
Portanto, Pyramid, ou Starfucker, ou lá como vocês se chamam, atentem no meu conselho: o peso não é para quem quer, é para quem pode. Fiquem-se por aquilo que sabem fazer melhor e deixem os profissionais fazer o seu trabalho. E já agora, se não for pedir muito, não lhes usurpem os nomes, sim?

só para dizer que tenho saudades do meu powerbook e que nunca mais é novembro

Espetacular entrevista ao espetacular Justin K. Broadrick, com os cumprimentos do não menos espetacular BrooklynVegan. Espetacular, obviamente!

não sei se já tinham reparado...

... Que o Zach Hill anda a tocar com o Nathan Williams (aka Wavves)?... E que os Wavves actuam a 19 de Dezembro na ZdB?...

foi você que pediu novas músicas dos battles?

Nem de propósito. Disco novo não há, mas já andam por aí a circular três novos temas dos homens da batalha (que não da Batalha do mosteiro), gravados ao vivo no concerto comemorativo dos 20 anos da Warp, que teve lugar no mês passado na cidade de Nova Iorque. E a amostra promete.







(via We Listen for You.)

o post-rock (ainda) é fixe!

Caspian ao vivo no Transmission Club (08.10.2009):








Nota: Devido a um atraso na chegada ao local, não me consegui posicionar convenientemente para a gravação em vídeo da actuação dos Katabatic (que foi grande!). Pelo facto, as minhas mais sentidas desculpas.

foi você que pediu o novo disco dos battles?

Tyondai Braxton - "Central Market" (2009, Warp)

Pois se foi você, caro leitor, bem pode continuar à espera, que disco novo dos Battles, por enquanto, nem vê-lo.
De momento, o melhor que lhe podemos oferecer é 1/4 dos Battles, na forma deste "Central Market", o mais recente disco a solo de Tyondai Braxton. Que dos ditos só tem mesmo o rapaz Tyondai e a editora Warp. Ou talvez tenha um pouco mais. Afinal, a matemática está em todo o lado.
Resumindo, o que podemos encontrar neste mercado central é uma mistura de produtos de cariz moderninho e experimental, com trechos e instrumentação clássica, que concerteza será do agrado dos mais exigentes (ou não). Tudo reunido num mesmo local, para comodidade do prezado consumidor, e por um preço bastante atractivo (consoante a generosidade do vendedor, claro está).
Por aqui, continuarei a passear por este mercado até que me adapte à estranheza por ele causada.

hoje há...

e o vício continua VI

O tempo passa mas há coisas que nunca mudam. Uma delas é a beleza transcendente dos telediscos da senhorita Karin Dreijer Andersson (aka Fever Ray). Este vai para "Seven", mais uma das faixas do álbum homónimo de estreia. Que afinal não chega a disco do ano (anda lá perto...), mas deixa a anos-luz a concorrência para o troféu de melhor colecção de videoclipes do século.

joder, botones!

Fuck Buttons ao vivo na ZdB (01.10.2009):




vamos dar uma de jc e ressuscitar esta cena!

Parece-me adequado que o dia em que se comemora a implantação da República em Portugal seja também marcado pela reimplantação do nAnha.
Muita coisa se passou durante esta minha ausência mais ou menos forçada, mais ou menos intencional. Estive afastada não só do meu blogue, mas também da blogosfera em geral. De tal forma que tive uma pequena taquicardia quando voltei hoje a consultar o meu Google Reader. Apesar de apreciar o dourar da pílula dos senhores do Google, +1000 novos itens é e será sempre uma realidade deveras assustadora, independentemente de quanto '+' possa ser (e, neste caso, é mesmo muito...).
Confesso que não foi só a falta de tempo que ditou esta ausência (de cada vez que penso na minha actual situação académico-profissional, também tenho pequenas taquicardias. Mas não falemos de coisas tristes...). Talvez tenha sido a principal responsável, mas a verdade é que não posso omitir uma monumental falta de disposição para bloguices, que me invadiu nos últimos dois meses. Por mais de uma vez pensei seriamente pôr um ponto final e definitivo no blogue. Só não o fiz porque sabia que, as sure as death and taxes, um dia, mais cedo ou mais tarde, teria vontade de retomar o blogue. Já dizia a minha avózinha, "podes tirar uma mulher do blogue, mas não podes tirar o blogue de uma mulher".

Dizia eu que muita coisa se passou durante a minha ausência. Muita coisa musical, isto é. Começando pelas rodelinhas plásticas e vinílicas, o meu espólio discográfico aumentou consideravelmente nestes dois meses. Para quem esteve minimamente atento ao que se passou durante o Verão nos centros urbanos, houve uma certa e determinada cadeia multinacional de consumismo cultural massificado que andou aí com uns saldos muito jeitosos. Com discos entre 0,99€ e 7,99€ não há muito que saber. É dar rédea solta ao porco capitalista que há em nós e acolher a hipocrisia de braços abertos. O meu porco rendeu-me, precisamente, 40 novas pechinchas, quase todas verdadeiras pérolas esquecidas nos escaparates da tal cadeia (agradeço do fundo do coração ao público alvo destes franceses, por ignorar tamanhas preciosidades. Não mudem nunca, que nós, para o ano, lá estaremos de novo!), de entre as quais se contam uma porção considerável do catálogo da Anticon, Scott Kelly, Savage Republic, MGR vs. SirDSS, Guapo, Knives ov Resistance, Khanate, Don Caballero, Cave In, Nadja, Agoraphobic Nosebleed, Unsane, Shai Hulud, Northern State, Pinback, entre outros.
Quanto a novidades, os novos de Om, Pissed Jeans, Jay Reatard, Lightning Dust, Health, Japandroids, Yob, Eagle Twin, Minsk, Greymachine, Wolf Eyes e Master Musicians of Bukkake (só para citar alguns) já cá cantam.
Falando de concertos, há vídeos de Fuck Buttons já de seguida e, com muita pena minha, falhei Kayo Dot. Embora não pretenda recuperar a matéria perdida, há algumas pendências que me estão a causar uma certa irritação e que serão, como se impõe, postas em ordem. Uma delas é terminar a resenha do Primavera Sound '09 (sim, eu sei, o Primavera Club já está aí à porta e eu ainda ando nisto... Não tenho desculpa!), a outra são algumas palavras de apreço relativamente ao concerto de Faith No More no Sudoeste. E, ainda no campo das pendências, há também mais um capítulo da rubrica Seis graus de separação na calha, que eu deixei mais ou menos a meio antes desta interrupção abrupta.
Quanto a novas bandas/bandas novas, tenho andado completamente a leste. Não faço a mínima ideia qual é o hype que anda aí na berra, muito menos qual a next big thing actual... Há por aí alguma alma caridosa que me ilumine?
Bom, é já que acabámos de entrar no último trimestre de 2009, tenho o enorme prazer de anunciar aqui em primeira mão que, com uma elevadíssima percentagem de certeza e a não ser que ocorra algum cataclismo, já tenho disco e concerto do ano. Curiosamente, ou não, pertencem ambos ao mesmo artista ou agrupamento musical. E mais não digo, para deixar algum mistério a pairar no ar. Ou melhor, digo: a decisão relativamente ao concerto do ano ainda está dependente da figura que os Isis e os Keelhaul fizerem no dia 28 do próximo mês.

Resumindo e concluindo: como podem verificar, assunto de conversa é coisa que, nos próximos tempos, não me faltará. E agora, se me dão licença, vou ali continuar a actualizar o Reader enquanto o Tubo carrega os vídeos de Fuck Buttons.


Nota: Alguns de vocês poderão estar a pensar qual será a regularidade das postagens aqui no blogue doravante. Sem promessas, uma vez que as coisas ainda estão complicadas e o tempo continua a não abundar, mas tentarei publicar uma posta por dia, pelo menos.
 

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