(“Sou emo, e depois?” in Visão #820)
*Ms. Oaktree rebola no chão a rir.*
*Ms. Oaktree reflecte melhor acerca do artigo que acabou de ler, e sente uma profunda indignação ao pensar em bandas como Braid, Bob Tilton, Baby Harp Seal, Hoover, Schema, Rites of Spring, Cap'n Jazz, Split Lip, Ashes, Embrace... And the list goes on and on.*
*Ms. Oaktree acaba por sentir uma tristeza imensa, ao constatar que a juventude está realmente perdida.*
(Voz-off: A Ms. Oaktree está a ficar velha e sem pachorra para estas merdas.)
*Ms. Oaktree reflecte melhor acerca do artigo que acabou de ler, e sente uma profunda indignação ao pensar em bandas como Braid, Bob Tilton, Baby Harp Seal, Hoover, Schema, Rites of Spring, Cap'n Jazz, Split Lip, Ashes, Embrace... And the list goes on and on.*
*Ms. Oaktree acaba por sentir uma tristeza imensa, ao constatar que a juventude está realmente perdida.*
(Voz-off: A Ms. Oaktree está a ficar velha e sem pachorra para estas merdas.)


Jasus...é esta a geração que vai comandar esta merda daqui a uns anos? A Playstation f$%&* esta gente toda!
Por dEUS... É chapadas nessa gente. Não há pachorra.
Nem tudo é emo, mas cabe-nos a nós gravar uns discos e oferecer essa malta :P
eu acho é que esse senhor que conclui essas generalidades não se preocupou em fazer um grande estudo, porque isso é só preconceito. com isto, o jornalista não fica bem na fotografia, também.
mas antes de lhes oferecermos discos, podíamos, suavemente, fazer pirataria de forma a acabar com algumas bandas de emo-chouriço que são perfeitamente dispensáveis.
assim eles ouvem emo mas tem de ser do bom.
Myself e Mr. S, é mesmo porrada neles a ver se ganham juízo! É pena é que os paizinhos e mãezinhas dos nossos dias pareçam ter medo de dar uns belos estalos nas suas crias... Isso e o terem proibido os professores de também lhes darem umas arroxadas.
Ahh, o mundo seria um local tão mais maravilhoso se os educadores fossem mais violentos! :)))
André, quanto a mim devia-se era educá-los a utilizar a Internet correctamente, para eles não andarem para aí a pesquisar e a ouvir música de cocó (será que os miúdos de hoje ainda pegam em CDs, mesmo gravados?...)
Sr. Forte, nestes artigos sobre movimentos/fenómenos musicais e 'tribos' juvenis geralmente o jornalista nunca fica muito bem na fotografia, porque a pesquisa feita costuma ser sempre muito deficiente.
E acho que tens toda a razão. Acima de tudo importa erradicar o emo-chouriço! :)
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