no ninho dos açores

“you made me untouchable for life”


Uma recordação de Paredes de Coura 2007 e um vício.
E por falar em PdC, ainda faltam mais de 10 meses e a saudade já aperta... Que tal uma edição PdC de Natal? A malta levava os albornozes, as prendas e o pinheiro, e a Ritmos oferecia o bilhete...
Fica a ideia.

mas o que é que esta gente pensa???...

... Que eu sou rica, não???

Passo a explicar. Andava eu entusiasmadíssima, nas minhas pesquisas bibliográficas para a monografia, quando me deparei com um artigo científico de revisão, cujo título correspondia exactamente ao tema da dita monografia. Daqueles extremamente propícios ao pelágio integral, portanto.
Para quem não está familiarizado com o mundo maravilhoso da literatura científica, destas elitezinhas da caca, estes artigos (ou papers, para os apreciadores de estrangeirismos) geralmente, e dependendo da revista (journal), da data de publicação, não são de livre acesso. Embora um movimento internacional se tenha vindo a desenvolver, que cada vez conta com mais adeptos no seio da comunidade científica e que pretende implementar o livre acesso universal à informação científica disponível online (vide link para a PLoS aqui do lado direito).
Mas não era o caso. E para complicar um pouco mais as coisas, a revista responsável pela sua publicação, uma tal de Expert Opinion on Biological Therapy, não se encontra disponível para consulta em nenhum ponto do país.
"Bom," pensei eu, "dar uns 10 ou 20 dólares por um trabalho praticamente feito até é um bom negócio!". Pensei eu... Mas pensei mal.
Não é que os senhores desta excelsa publicação me pediam 80 dólares americanos pela compra deste artigo?? Um único artigo!! Um mísero PDF!! É que por este preço não basta que o artigo seja redigido com o máximo rigor científico, que o raciocínio lógico seja irrepreensível e que o autor tenha sido Prémio Nobel da Medicina (que nem foi)... Por este preço é bom que esta merda venha com um lingote de ouro atrás!!!

Sou uma proto-investigadora muito chateada!... Ai sou, sou!

Nota: O cúmulo do ridículo: uma assinatura electrónica anual (12 números) desta revista, sem direito à edição impressa, custa a 'módica' quantia de 3340€ (!!).

selos e estampilhas fiscais #1

A Level-Plane foi fundada em 1997 pela mão de Greg Durdy, na cidade de Nova Iorque. Como qualquer verdadeira editora D.I.Y. que se preze, esta surgiu com o intuito de lançar o primeiro 7" de Saetia.
Mas como acontece normalmente nestes casos, o monstro acabou por ganhar vida própria. E cresceu.
Tendo começado por editar bandas emocore e screamo (poder-se-á mesmo dizer que a Level-Plane terá sido a casa-mãe do screamo quando ainda ninguém sequer sabia do que isso se tratava), a Level-Plane expandiu o seu espectro de acção para abranger estilos tão diversos como o post-hardcore, rock experimental, ambiente noise ou mesmo a dream pop.
Fazem ou fizeram parte do seu catálogo pesos-pesados como: Usurp Synapse, Forstella Ford, City of Caterpillar, Anodyne, Transistor Transistor, Envy, Melt Banana, Racebannon, Bloody Panda, Landmine Marathon, North of America, Hot Cross, Graf Orlock, os já referidos Saetia, entre outros.
O link está já aqui ao lado...

something to write home about #3

Maserati

Ando mesmo empolgada com estes tipos! Os Maserati são Coley Dennis (guitarra), Matt Cherry (guitarra), Steve Scarborough (baixo) e Jerry Fuchs (bateria). Formaram-se em 2000 na cidade de Athens, Georgia e são um caldeirão de influências post-rock, psych, prog, math e ambient, ideal para apreciadores de Pelican, Mono, Mogwai e afins.
Recomendo vivamente uma visita ao MySpace ou ao site oficial da banda. Deixo-vos ainda com o vídeo para "This Is a Sight We Had One Day from the High Mountain", extraído do seu mais recente álbum, "Inventions for the New Season" (2007, Temporary Residence)...

honorary black cat

Estimad@s,
Serve o presente para vos informar que estou a dar uma mãozinha (ou deverei dizer patinha?) aqui. Deêm uma espreitadela.

acabadinhos de sair... ou quase!

Baroness – “Red Album” (2007, Relapse)
The Besnard Lakes – “Casino Nanaimo 12"” (2007, Jagjaguwar)
Dillinger Escape Plan – “Ire Works” (05.11.2007, Relapse)
The Good Life – “Help Wanted Nights” (2007, Saddle Creek)
Hot Hot Heat – “Happiness LTD” (2007, Sire)
Kinski – “Down Below It’s Chaos” (2007, Sub Pop)
Les Savy Fav – “Let’s Stay Friends” (2007, Frenchkiss)
Magik Markers – “Boss” (01.10.2007, Ecstatic Peace)
Shout Out Louds – “Our Ill Wills” (2007, Merge)

não gosto mesmo nada destes miúdos, pá!

Esta coisa abjecta chamada Mute Math já rebentou nos Estados Unidos. Por cá, felizmente, ainda não teve grande divulgação (pode ser que esta nos passe ao lado).
Imaginem uma amálgama de referências péssimas e outras menos más - a saber: Dave Matthews Band, Live, Police, U2, entre outras - com umas guitarras bem puxadinhas e umas electrónicas lá pelo meio, para o toque de modernidade, e estão lá muito perto. Pateticamente épico, azeiteiro, banal e sem qualquer rasgo de criatividade.
Dizem que eles são muito bons ao vivo, mas também eu sou muito boa ao vivo (até pareço de Ermesinde!) e não é isso que faz de mim uma grande artista... Eh pá, tenham dó!
Por favor, fujam destes tipos como o diabo foge da cruz! Caso contrário, arriscam-se a sofrer danos auditivos/cerebrais irreversíveis.

gosto mesmo destas miúdas, pá!


“Back In Your Head”

“Speak Slow”

“Walking With a Ghost”

Tegan and Sara no MySpace
Site oficial

oaktree green&blackshoes (ou ora aqui está algo completamente fútil)

O sôtor fisiatra aconselhou-me a usar sapatos com um ligeiro salto porque, aparentemente, as sabrinas e os chinelos de dedo andam a dar cabo do meu Aquiles direito. Já que falo nisso, aproveito para anunciar aqui, em primeiríssima mão, que o meu próximo gato se vai chamar Aquiles Direito, em homenagem ao meu périplo. Era isso ou fazer uma promessa a Nossa Senhora de Fátima, e sendo eu agnóstica, pareceu-me mais coerente a primeira hipótese. Adiante...
Optei então por estas pequenas maravilhas retro-cool-kitsch feitas de borracha com uma espécie de camada exterior de veludo, chamemos-lhe 'borraludo' (ando feita um Mia Couto!), que cheiram a pastilha elástica e contribuem com uns generosos 2 centímetros para a minha altura.
E como um par de sapatos nunca vem só e o preço não era nenhuma exorbitância, aqui a freguesa aviou-se com uns pretos e outros verdes, o que também demonstra a minha crescente falta de paciência para andar à procura do que quer que seja.
Agora está na altura de os estrear... "Get on your dancing shoes, you sexy little swine!".

Nota: Para aqueles menos versados na arte do calçado, chamam-se tacões e não saltos altos. Mais uma vez, mantenho-me coerente e fiel aos meus princípios, o que é raro. Mas acontece. Ha!

saldos! saldos! saldos!

Vivemos no país dos saldos permanentes. Daí que uma pessoa já não tenha que aguardar pela época convencionalmente estipulada para encontrar verdadeiras preciosidades musicais a preços bastante atractivos. Foi o que eu andei a fazer ontem e anteontem...

Nurse & Soldier – “Marginalia” (2007, Brah): Uma enfermeira (Erica Fletcher), um soldado (Robertson Thacher) e alguns colaboradores de ocasião são os Oneida da indie pop delicodoce, daí encontrarem-se afiliados à editora de Kid Millions, Bobby Matador e Hanoi Jane.

Serena-Maneesh – “Serena-Maneesh” (2006, Playloudrecordings): Na altura do lançamento ainda ponderei a sua aquisição. Foi um adiamento que acabou por compensar. Shoegazing para mirar sapatinhos bem polidos.

Zelienople – “His/Hers” (2007, Type): Inclassificável quanto a mim. Essencialmente experimental. Ouvi e gostei. Agradaram-me particularmente as ocasionais explosões ruidosas e as atmosferas planantes. São definidos pela sua editora como: “A sludgy, explosive exploration into psychedelic rock for fans of Low, Boris or Neil Young...”. Ainda não me decidi, mas talvez concorde.

Blood On The Wall – “Blood On The Wall” (2004, The Social Registry): Primeiro longa-duração deste trio de Brooklyn. Rock & roll garageiro e noisy que traz à memória Sonic Youth ou Pixies. Bom!

Tralala – “Tralala” (2005, Audika): “4 gajas, 3 gajos, 2 acordes...”, são assim os Tralala. Power pop que pisca o olho languidamente ao punk, reminiscinte do praticado por algumas all-girl bands, como Sleater-Kinney, The Donnas ou, mais recentemente, The Pipettes.


Nota: Tecnicamente, apenas os dois últimos álbuns mencionados foram realmente adquiridos em saldos. Os dois primeiros foram comprados em segunda-mão e os Zelienople foram mesmo a preço normal... Mas o título “2 saldos, 2 usados e 1 a preço normal” parecia-me um bocado estúpido e pouco apelativo... Assim como assim, recomendo uma visita à Ananana e à secção de usados da Carbono.

ides ver?...

Bossk (UK) + Human Fly (UK) @ MusicBox, 19 Setembro, 22h

...Eu não. Mas tenho pena!

Bossk no MySpace
Human Fly no MySpace

almost famous

Dirijam-se aqui (sigam para "Festivais" e depois "Festival Paredes de Coura 2007") e deliciem-se com o esplendor, a exuberância, a excelência e o prestígio destas imagens!

notas musicais avulsas #4

O Canadá, essa grande nação...


Fui hoje introduzida, graças ao meu estimado amigo Passageiro, a dois 'novos' representantes do já vasto panorama musical canadiano.
Uns são estes Malajube, rapaziada oriunda de Montréal que nos presenteia com uma indie pop deliciosa (coros melodiosos incluídos) cantada em francês. É caso para dizer "I'll do grafitti if you sing to me in French". Confiram no MySpace...


... Os outros são um trio de dois moçoilos e uma moçoila de Victoria, que respondem pelo nome Immaculate Machine. Não cantam em francês, mas são mais uns orgulhosos representantes de uma certa indie pop cantarolável. Mais uma vez recomendo uma visita ao MySpace.
Cada vez mais o Canadá limpa a sua reputação de ignomínias como Céline Dion ou Brian Adams, portanto.



Juntemo-nos à camarada extravaganza nesta sua luta para trazer os iLiKETRAiNS aqui ao rectângulo. Dirijam-se aqui para darem o corpo (vá, basta o nome) ao manifesto.

10 melhores... canções para chorar baba e ranho

E assim se inicia uma nova secção neste blog: as listas. Listas por tudo e por nada. Listas disto e daquilo. Todos os dias serão dias de uma nova lista. Se não todos os dias, pelo menos todas as semanas ou todos os meses.
Preparem-se que vai sair daqui muita coisa boa...

And now, ladies and gentlemen... A lista! Por ordem crescente de importância, para manter o suspense.

10. Jeff Buckley – “Last Goodbye”
9. Yeah Yeah Yeahs – “Maps”
8. Swan Lake – “All Fires”
7. Handsome Furs – “What We Had”
6. Modest Mouse – “Little Motel”
5. Wolf Parade – “Shine a Light”
4. The Smiths – “How Soon Is Now?”
3. Menomena – “Wet & Rusting”
2. TV on the Radio – “Playhouses”
1. Sunny Day Real Estate – “Every Shining Time You Arrive”

ser sexy ou não ser sexy... eis a questão!

Descobri ontem aquele que é, provavelmente, o melhor site de toda a Internet e arredores (não, não é o site da Carlsberg).
Vão aqui e vejam com os vossos próprios olhos ao que milhares de anos de evolução nos conduziram... É incrível ao que as pessoas se prestam. A mais pura definição de degredo.

dava-te as mãos até te suarem as palminhas! #3

Cody Votolato (The Blood Brothers)

... e que saudades que eu já (não) tinha!

Amanhã, provavelmente, já vou ter que o tirar do armário...

The Raincoats - "Fairytale in the Supermarket"

polly jean sings the blues

PJ Harvey - "White Chalk" (2007, Island)

Mais um que vai custar a entrar. Desta feita, o novo de PJ Harvey, "White Chalk".
Melancolia e introspecção são as palavras-chave neste caso: melodias delicadas, pungentes, despojadas, acompanhadas por harmonias vocais condizentes. Talvez um regresso a "To Bring You My Love" (1995, Island).
Acontece que eu gosto muito da guitarra da Ms. Harvey... Faz-me falta aquele som do giz branco a ranger na ardósia.

gostaria de proclamar o dia de hoje como o 'dia internacional da porcaria'

Frog Eyes - "Tears of the Valedictorian" (2007, Absolutely Kosher)

E esta porcaria que nunca mais chega... Não há direito! Anda aqui uma gaja a necessitar urgentemente de consumir música nova e é isto que acontece! "Ah, estamos a aguardar a encomenda do distribuidor"... Não há direito, digo-vos eu!... NÃO HÁ DIREITO!

associação entre o vírus epstein-barr e cancro

Vou ter de escrever nada mais nada menos do que 25 páginas sobre esta porcaria... Any suggestions?

inanidades do dia

Descobri através de uma dessas revistas que saem com a edição de domingo dos jornais diários que a Nicole Kidman é entomofóbica, i.e., tem fobia a insectos, e a borboletas em particular.
Assim, a questão que urge ser respondida é: se lhe dissessem, "Sra. Kidman, tem a elegância de uma borboleta.", será que ela ia tomar isso como um elogio?

Ainda há pouco, ao ouvir Talking Heads na rádio, fiquei com sérias dúvidas se se tratariam realmente dos Talking Heads, ou se não seriam os Clap Your Hands Say Yeah.

Soube hoje também que vai estrear em Outubro o filme "Rescue Dawn", realizado por Werner Herzog. Sinceramente, não me interessa se o filme é bom. Nem sequer me interessa se é mau. Realmente importante é esta película contar com a interpretação, no papel principal, daquele a quem eu gosto de chamar 'O Homem Bom' (porque ele deve ser muito bom para a esposa), a.k.a. Christian Bale.

shedding skin

“Mysterious Skin”, de Gregg Araki

“And as we sat there listening to the carolers, I wanted to tell Brian it was over now and everything would be okay. But that was a lie, plus, I couldn't speak anyway. I wish there was some way for us to go back and undo the past. But there wasn't. There was nothing we could do. So I just stayed silent and trying to telepathically communicate... how sorry I was about what had happened. And I thought of all the grief and sadness... and fucked up suffering in the world... and it made me want to escape. I wished with all my heart that we could just... leave this world behind. Rise like two angels in the night and magically... disappear.”

eu amo-te mas escolhi a escuridão

I Love You But I've Chosen Darkness... Digam lá se este nome não dá logo vontade de gostar de uma banda? Mesmo que a música fosse uma merda (que não é), com um nome destes não há que enganar...


...Corta-pulsos, hem?

e agora para algo completamente ridículo...

Ontem no Telejornal da noite na RTP 1: crianças aprendem a meditar.
Não querendo minimizar os benefícios da meditação, mas meterem criancinhas a meditar??... Ah, afinal parece que elas andam stressadas... O quê?? Criancinhas stressadas??... Por causa dos testes complicadíssimos que elas têm que fazer na primária e no preparatório... Também eu tive de fazer esses testes ‘complicadíssimos’ e sobrevivi sem qualquer sequela psicológica! E as casas e as contas para pagar?? E os empregos?? E os filhos para tratar e sustentar?? Isso sim é stress, meus amigos!... Mas parece que os pais andam preocupados porque os miúdos estão cada vez mais nervosos... Não sei quem será mais doente, se os pais, se as criancinhas!
Era o que os velhos do Restelo do meu tempo de meninice diziam: “Esta juventude está perdida!”. E não é que era mesmo verdade?? Vejam só como eles andam a educar as crias que dão ao mundo! Crianças mimadas, egocêntricas, malcriadas, cujas grandes referências são os jogos de computador, as consolas, os “Morangos com Açúcar” e afins.
Se as crianças são o futuro quer-me bem parecer que a humanidade não tem mesmo qualquer futuro! Ou se calhar sou mesmo eu que me estou a tornar numa velha do Restelo, mas a verdade é que não revejo a minha infância nem a da minha geração nos miúdos de hoje. E não trocava absolutamente nada daquilo que eu tive por aquilo que eles têm!
Mas isto sou só eu a meditar comigo própria.

dava-te as mãos até te suarem as palminhas! #2

Dedicado ao amigo M.A.:
Carl Barat (Dirty Pretty Things)

the earth is a cold dead place

Minus the Bear – “Planet of Ice” (2007, Suicide Squeeze)

Ao terceiro longa duração, os Minus the Bear descobriram a melancolia. Não só descobriram a melancolia, como também as orquestrações, a grandiosidade, as paisagens desoladoras, o detachment e o progressivo.
Ao terceiro longa duração, os Minus the Bear descobriram um planeta de gelo.
Não sei se me agrada este novo e inóspito ecossistema, eu que ainda habito o planeta-mãe “Highly Refined Pirates” (2002, Suicide Squeeze).
Serão necessárias sucessivas explorações para avaliar o seu verdadeiro potencial (que poderão também ser feitas aqui), mas a primeira impressão diz-me que será passível de uma colonização bem sucedida.

Nota: A primeira edição deste álbum inclui um CD bónus com quarto faixas (dois inéditos, uma remistura e uma demo).

“i like to wait to see how things turn out if you apply some pressure”

ide grabar binilos

Quem disse que nunca somos os primeiros em nada? A Zona 6 é a primeira loja de discos na Península Ibérica especializada na gravação de vinis à unidade a partir de originais em formato digital (CDs, ficheiros em formato WAV).
Qualquer pessoa pode gravar o seu próprio vinil, seja músico, DJ, produtor, ou apenas um purista do analógico.
Apesar de nunca lá ter ido (concerteza que na próxima ida ao Porto será um ponto de passagem obrigatório), recomendo uma visita. Fica na Rua do Almada, 448, no Porto e este é o seu site.

we are young, we run green

Hoje acordei com esta música na cabeça. Pena não a ter ouvido ontem...
 

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