no ninho dos açores

“quando o leão está a perseguir o antílope, não olha para trás. tem de comer”

Riding Pânico







If Lucy Fell












These Arms Are Snakes







Nota: A frase do título é de Robert Cheruiyot, maratonista queniano.

cobras vs. lua

...And the winner is: These Arms Are Snakes, These Arms Are Snakes, THESE ARMS ARE SNAKES...mil vezes These Arms Are Snakes!

Porque:
1) As matinés de hardcore no Ritz já terminaram há muito tempo e actualmente não há justificação para que um concerto marcado para as 19h apenas se inicie às 21h30 (!);
2) Se uma pessoa está muito bem sentada numa esplanada de um qualquer café, entre conversas, moscatel e cerveja, é pura e simplesmente desumano levarem-na a dirigir-se a um sítio onde, incauta, irá permanecer 2 horas em pé, à espera (!!);
3) O desespero da espera e o cansaço subsequente dão cabo de qualquer um, particularmente de quem já tem 28 anos e nenhuma pachorra para estas merdas;
4) O cine-teatro de Corroios não tem ventilação/extracção de ar absolutamente nenhuma. Ainda antes do início do concerto já o cheiro a 'pessoas' era bastante notório;
5) Não gosto de pessoas frias. Especialmente, não gosto de músicos cujas únicas palavras que dirigem ao público de um concerto são numa língua que esse mesmo público não compreende, i.e., o sueco (ou então era num inglês - português? - tão macarrónico que ninguém percebeu nada). A isto chama-se má-educação;
6) Tudo bem que os rapazinhos até sejam tímidos e coiso, mas já que eles cantam (grunhem) em inglês e se deram ao trabalho de se despedir, ao menos que o fizessem de uma forma inteligível;
7) Nem que fosse para nos mandar à merda, que se calhar até foi o que eles fizeram;
8) De qualquer forma, tinha apreciado bem mais o primeiro concerto de Cult of Luna em Portugal (Setembro de 2005 na Casa da Música), e já se sabe que a primeira vez é sempre especial;
9) Mas no geral, e não obstante as contrariedades já enunciadas, até foi um bom concerto;
10) Acontece que os These Arms Are Snakes foram, numa única palavra, brutais!

Numa nota muito positiva para ambos os concertos, ficam as primeiras partes brilhantíssimas, a cargo dos Men Eater (em Cult of Luna), Riding Pânico e If Lucy Fell (em TAAS). O que é nacional nem sempre é bom. Mas quando é bom, é mesmo muito bom!

Prometem-se fotografias dos vencedores para breve (se é que se consegue aproveitar alguma coisa)...

(f)estivalidades

Continuando na senda de bons concertos, aqui ficam as datas e presenças confirmadas em dois dos festivais que este ano se realizam cá no burgo (tudo a Sul do Mondego que eu este ano não quero nada com o Norte):

Alive!
Dia 08.06
Pearl Jam
Linkin Park
Blasted Mechanism
The Used
Unkle Bob
The Sounds
The Rakes

Dia 09.06
The Smashing Pumpkins
The White Stripes
The Vicious Five
Plastica
Dapunksportif
Dezperados

Dia 10.06
Beastie Boys
Da Weasel
Sam the Kid
Buraka Som Sistema
Bionik Brown
The (International) Noise Conspiracy
Wraygunn


Alguém percebe isto? Este cartaz não faz sentido absolutamente nenhum! Até poderia haver um certo ecletismo entre os três dias (cai sempre bem); agora enfiarem para ali bandas completamente díspares no mesmo dia é um enchimento de chouriços descarado. Haja coerência! Para mais, a pedirem 90€ (!!) pelo passe, quando cada dia só tem um ou dois motivos de interesse. Tenham dó!

Agora, isto sim faz todo o sentido...

Super Bock Super Rock
1º Acto - 28.06
Metallica
Joe Satriani
Stone Sour
Mastodon
Blood Brothers
More Than A Thousand
Men Eater

2º Acto - 03.07
Arcade Fire
Bloc Party
Klaxons
Magic Numbers
The Gift
Bunnyranch

2º Acto - 04.07
The Jesus and Mary Chain
LCD Soundsystem
Maximo Park
The Rapture
Clap Your Hands Say Yeah
Linda Martini
Mundo Cão

2º Acto - 05.07
Interpol
Underworld
Scissor Sisters
TV On The Radio
The Gossip
X-Wife
Micro Audio Waves
Anselmo Ralph


Com algumas excepções, pode dizer-se que roça a perfeição. E tudo por (apenas?) 78€!... Já vos disse que TVOTR são actualmente a minha banda preferida?... Agora já sabem. Aliás, mantenho que um dos melhores concertos do Paredes de Coura 2006 foi quando passaram o “Wolf Like Me” depois de Yeah Yeah Yeahs, momento esse apenas igualado em grandiosidade pelas actuações de Gang of Four e The Cramps.

E por falar em PdC, como romeirinha que sou do dito, não poderia terminar sem deixar aqui o meu comentário: CSS??? Mas que raio de primeira confirmação vem a ser essa? Anda tudo mouco? Já não bastou terem-nos massacrado com um concerto no Lux ainda há bem pouco tempo? Será que sou só eu, o Dan e o M.A. que os achamos realmente muito maus?
Vá lá, redimiram-se com os Sonic Youth, mas mesmo assim não é coisa que me leve lá propositadamente (ainda se fosse há uns anos...). E também não pensem que é com Gogol “por-enquanto-é-só-boato” Bordello que se vão safar. Shame on you!

estes braços são cobras-rateiras

These Arms Are Snakes + If Lucy Fell + Riding Pânico @ Music Box, Lisboa - 28.04, 23h

A partir de hoje entro oficialmente em modo de preparação/estudo.

Vão rodar no estéreo:
"This Is Meant To Hurt You EP" (2003, Jade Tree)
"Like A Virgin" (2004, Hydra Head) (split EP w/ Harkonen)

"Oxeneers or The Lion Sleeps When Its Antelope Go Home" (2004, Jade Tree)

"Easter" (2006, Jade Tree)

se ao menos tudo fosse tão simples como nas novelas...

“En Soap”, de Pernille Fischer Christensen

Há dias assim.
Dias em que uma pessoa liga o computador para escrever algo minimamente coerente no blog e não sai absolutamente nada. Dias em que as palavras são meros impulsos eléctricos que perpassam a mente sem qualquer sentido ou ordem aparente. Sem qualquer contexto ou ligação entre elas. Dias em que absolutamente nada faz sentido. Até a consciência do ser, do viver dentro da tua própria pele, a própria experiência de existir parece bizarra e deslocada. Apenas um conjunto de células que se dispuseram aleatoriamente para formar um corpo humano. Não há ordem no caos (apenas caos e desordem), não há efeitos borboleta nem modelos matemáticos que o expliquem. Nada que justifique todo este desencanto. Todo este tédio. O mal de vivre.
Dias em que apenas te apetece quebrar. Um prato, a cara a alguém, as regras, tu própria. E gritar, gritar a plenos pulmões, gritar até ficares afónica, até não poderes mais. Gritar para toda a gente ouvir, para ninguém em particular, para o vazio. Não interessa o quê. Gritar interiormente. Gritar sem som e sem palavras. Gritar o silêncio. Gritar e correr. Correr sem destino. Correr, correr, correr, até que os teus músculos rebentem, até que o teu coração expluda, até que o oxigénio nos teus tecidos se esgote e tu não consigas mais respirar. Até à exaustão.
Dias em que não apetece sair de casa para arejar as ideias. Dias em que não apetece ficar em casa embrenhada em pensamentos disconexos. E, se finalmente te consegues forçar a sair, se há algo que te impele a enfrentar uma sessão de cinema. E se o filme consegue recriar tão perfeitamente o que estás a sentir naquele exacto momento, todo esse sentimento de angústia e estranheza, então não há como não ficar com um sorriso nos lábios. After all, it was just one of those days.


Nota: Escuso-me a comentar a data que hoje se celebra, pois a cada ano que passa o seu significado se dilui mais na modorra.
Mas eu não a esqueci...

música nova, vida nova

Como paliativo para uma semana que começou mal e terminou ainda pior, resolvi fazer aquilo que todas as mulheres fazem quando se sentem frustradas: compras.
Mas como sou uma mulher algo peculiar, em vez de me perder numa H&M, Zara ou Rua do Norte no Bairro Alto, optei antes por dar largas à minha imaginação na fnac e Feira da Ladra. Seguem-se as aquisições e respectivos comentários pertinentes:

Música:
The Big Sleep - “Son of the Tiger” (2006, Frenchkiss): valeu a pena a espera. As recomendações da Magnet continuam certeiras!
Bright Eyes - “Cassadaga” (2007, Saddle Creek): da próxima vez que eu achar que um CD me vai custar 16€ ou coisa parecida, vou-me lembrar disto. Escusado será dizer que comprei a edição limitada. Vale bem a pena para quem, como eu, aprecia tanto o conteúdo como o invólucro.
Manatees - “Untitled” (2006, Motivesounds): descobri ontem que só foram editadas 900 cópias deste CD (nota mental: vender este disco no ebay daqui a uns tempos). Daqui a uns anos (?), quando eles se tornarem grandes e todos os hipsters da metalada se andarem a pelar por este álbum, mais uma vez eu vou poder dizer “Já os conhecia desde o 1º disco!”. Não digam que não vos avisei.
The Organ - “Grab That Gun” (2006, Too Pure): o único comentário que eu tenho a fazer é 8,95€!!!
Talking Heads - “Remain In Light” (1980/2006, Sire): um clássico. Fazem falta, os clássicos, na minha discografia. E, também, mais uma pechincha (eu gosto de pechinchas).

Vídeo:
“Me and You and Everyone We Know”, de Miranda July: aquela tal do let’s poop back and forth forever continua a ser uma uma das minhas cenas preferidas de sempre. Desenganei-me, eu que sempre achei que escatologia e candura eram coisas perfeitamente incompatíveis.
“Tarnation”, de Jonathan Caouette: pungente. For real.


Numa nota diferente, aqui vai a playlist do meu programinha de rádio que passou Sábado passado na Radar (para quem não ouviu, parece que a coisa vai repetir este Domingo pelas 16h). Os tipos no blog conseguiram baralhar isto tudo:

Yeah Yeah Yeahs - Machine
The Knife - Heartbeats
Kate Bush - Hounds of Love
The Smiths - How Soon Is Now?
Black Rebel Motorcycle Club - Red Eyes and Tears
Nick Cave & The Bad Seeds - Do You Love Me?
Pete Yorn - Ever Fallen In Love
The Faint - Desperate Guys
Bluetip - Castanet
The Walkmen - The Rat
…And You Will Know Us By the Trail of Dead - Clair de Lune
Desaparecidos - Man and Wife, the Latter (Damaged Goods)
Interpol - C'mere
Fugazi - Rend It
Tv on the Radio - Playhouses

Afinal, não foi tão mau quanto eu estava à espera, nem tão bom como desejava (com empenho ou sem ele, não deixo de ser uma perfeccionista). Não sei por que artes de magia negra lá conseguiram fazer com que a minha voz - que alterna, a espaços, entre o ogre bêbado e o ganso a ser esganado (sem esquecer o riso de sagui) - até soasse razoavelmente bem.

dj botassom

Uma das minhas brincadeiras de criança consistia em juntar uns quantos miúdos da minha idade em minha casa para gravar umas cassetes às quais chamávamos "Rádio Alentejo". Já não me recordo bem do porquê do nome, mas sei que tinha algo que ver com o facto de falarmos com pronúncia do Norte por acharmos piada e por julgarmos que também era assim que se falava no Alentejo (pronúncia do Alentejo do Norte, chamavamos-lhe nós).
Lembro-me que na época andávamos fascinados com as rádios piratas e amadoras que pululavam nas ondas hertzianas, daí querermos também ter uma rádio só nossa. O tal velho desejo ardente, tão típico da infância, de emular os nossos heróis.
Ainda gravámos umas quantas cassetes (que entretanto devem ter tido o destino de todas as recordações já esquecidas - é pena) com horas e horas de patacoadas, graçolas e diálogos infanto-imbecis - pequenas pérolas da converseta infantil - intercaladas com algumas das músicas que ouvíamos na altura.
Isto era eu há mais de 15 anos atrás. Isto foi o primeiro indício que a carreira como locutora de rádio não era uma hipótese a ponderar.

Este Sábado, às 17h na Radar vou usurpar a alguém o sonho dos tais 15 minutos de fama (radiofónica), sonho esse que eu própria nunca tive, e vou passar 1 hora da melhor música feita por mãos e vozes humanas.
A experiência da gravação foi aterradora, especialmente porque foi algo que eu nunca desejei na realidade, porque acho que a música fala por si própria sem qualquer necessidade de introduções, explanações ou complicações.
Julgo que um locutor numa rádio que seja essencialmente musical é a peça obsoleta de um puzzle que já está completo. A peça a mais, aquela que já não encaixa em lado nenhum. O defeito de fábrica.
"Mais vais ter que falar entre as músicas e temos também que gravar o ID". E lá fui eu fazer mais umas figuras tristes, dizer mais umas quantas barbaridades, ainda por cima contra os meus princípios.
E isto foi a confirmação que a carreira como locutora de rádio não era, de todo, uma hipótese viável.

dez novas raketadas

The Rakes - "Ten New Messages" (2007, V2)

Afinal parece que o "síndroma do 2º disco" ainda não é uma epidemia por terras de Sua Majestade (aguardo ainda pelos segundos episódios das sagas Arctic Monkeys e Maxïmo Park), e os Rakes estão aí de boa saúde (e muito recomendáveis) para o provar.
Se é certo que perderam uma certa veia garageira, uma produção mais aprumada e a voz mais contida também não lhes assentam nada mal.

Comprei-o ontem e aconselho vivamente para atenuar as agruras do estudo. Sem dúvida a confirmação de uma das mais interessantes promessas desse tal de novo rock britânico.

interlúdio

Se há coisa que me irrita é irmos já com mais de 2 semanas de Primavera e a porcaria do frio insistir em dar-nos cabo da cabeça e dos receptores sensoriais!

Assim, e como forma de protesto, só voltarei aqui a colocar um post no dia em que tivermos uma Primavera digna desse nome!... Não, agora a sério, tenho que estudar Hematologia, o que significa que pelo menos até dia 20 as actualizações aqui ao pasquim serão curtas e escassas.

notas musicais avulsas #1


Podia ser mais um daqueles anúncios à banha-da-cobra que costumam passar na TV Shop, mas não. Trata-se, nem mais nem menos, do passado que a menina VV (aka Alison Mosshart) insiste em esconder. Até se compreende porquê.
Eis como a coisa funciona: a rapariga, rebelde e inconsciente, provavelmente arranja um namorado do hardcore, tornando-se também ela do hardcore, banda incluída e tudo. Anos mais tarde, a relação termina e é então que aparece o gajo do rock & roll. Namorado novo, banda nova e a rapariga passa a ser do rock & roll.
Mas não haja dúvida que o image boost lhe fica a matar.


Este senhor caga música. É a única explicação possível para tamanha produtividade: enquanto que o comum dos mortais se limita a cagar excremento, o rapazola tem o dom de excretar melodias.
Depois de em 2005 terem lançado um álbum duplo (“Digital Ash In A Digital Urn” e “I’m Wide Awake, It’s Morning”), um álbum gravado ao vivo (“Motion Sickness”), e, no ano seguinte, um álbum de raridades (“Noise Floor”) , os Bright Eyes preparam-se para editar mais um LP (“Cassadaga”, tudo pela Saddle Creek) já no dia 10 deste mês.
A verdade é que isto chegou a um ponto em que a irritação começa a ultrapassar a devoção. Não que eu ache que eles estejam a perder qualidades (a única qualidade que eles andam a perder é a capacidade para distinguir entre arte e extorsão), mas se há uma coisa que me aborrece profundamente são músicos que me fazem gastar rios de dinheiro.

Parece que os !!! cancelaram o concerto que tinham agendado para Lisboa no próximo dia 5 devido à escassa procura de bilhetes. A acreditar no MySpace da banda, também o concerto no Porto no dia anterior terá sido cancelado. Aguardam-se mais desenvolvimentos.

“you needn’t call it music if the term offends you”

Locust - “New Erections” (2007, Anti-)
Holy Molar - “Cavity Search EP” (2007, 31G)


A meu ver, há dois tipos de bandas: aquelas que, por muito que as oiçamos (por muito que nos sejam impingidas?), persistem em passar-nos ao lado e aquelas outras às quais não conseguimos ficar indiferentes. Ou se adoram, ou se detestam. A inclusão de amor e ódio no mesmo grupo é propositada, pois as as vias bioquímicas seguidas por estas duas emoções são bastante idênticas.

Os The Locust (perdoem-me a redundância) incluem-se neste segundo grupo. E posso-vos afiançar que eu própria já passei por ambos os extremos do espectro das emoções humanas relativamente a estes tipos.
Tudo começou há cerca de 6 anos, quando os At The Drive-In resolveram apadrinhar uns tais de Locust. Como criatura naturalmente curiosa que sou, resolvi investigar. E devo confessar que não gostei nada do que ouvi. Ou melhor, achei-os visceralmente detestáveis. Acontece que, qual doença degenerativa que lenta e irremediavelmente vai consumindo o organismo, também eu acabei por me converter à praga.
Talvez isto tenha coincidido com a minha redescoberta dos prazeres da lesão timpânica, ou talvez se relacione com a minha propensão para apreciar tudo aquilo que irrita as elites auto-proclamadas. O facto é que os Locust são uma banda condenada a provocar reacções, sejam elas boas ou más.

A sua recusa obstinada do dogma 4/4 e a passagem de uma editora idependente para uma major, que imediatamente lhes garantiu o epíteto de “vendidos”, valeram-lhes uma espécie de linchamento público por parte de uma certa facção do punk-hardcore, que se caracteriza por condenar todos aqueles que ousem rejeitar os cânones musicais professados e, particularmente, todos aqueles que se “vendam” ao sistema.
E, ignomínia das ignomínias, estes infames ainda têm o desplante de se multiplicarem em projectos paralelos, suficientemente semelhantes para que quem os odeia, os odeie ainda mais, mas suficientemente diversos para continuarem a ser interessantes e vitais (Holy Molar, Head Wound City e Some Girls). Para além de vários dos seus membros terem ainda feito parte de outros tantos ícones da cena hardcore norte-americana (Swing Kids, Struggle, Cattle Decapitation, The Crimson Curse, etc.).

Não me atrevo a dizer que os Locust são uma banda de digestão fácil, muito menos que a sua música é adequada a ouvidos mais sensíveis. De facto, eles são dignos do nome que carregam.
Como o som produzido por um enxame de gafanhotos a dizimar mais um campo de cultura (chamem-lhe spazzcore, chamem-lhe o que quiserem). Mas há pragas assim, que “primeiro estranham-se e depois entranham-se”.
 

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